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B3
2021-2024
quadriênio
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Educação Ambiental Aplicada | Vol. 5 Núm. 3 (2024)
Idelton dos Santos Pedro Matsinhe
##plugins.themes.gdThemes.author.info##
##plugins.themes.gdThemes.publishedIn## enero 07, 2025
Em Moçambique a actividade agricola é praticada por maior parte da população, nas zonas rurais em particular, sendo que a maior parte da população moçambicana localiza-se na zona rural onde a prática da agricultura de subsistência é a base para sua sobrevivência. O estudo visa contextualizar a sustentabilidade do capital social no agroecossistema de Guilaze. O estudo é exploratório e qualitativo, conduzido sob a forma de um estudo de caso. Os entrevistados foram seleccionados através da Bola de Neve e os dados colectados por meio de entrevistas, observação directa, reuniões realizadas junto aos agricultores do agroecossistema de Guilaze e complementadas com a análise de dados secundários. No agroecossistema de Guilaze, a agricultura é a principal actividade, gerando-se diversificados produtos agrícolas. Os resultados mostram que existência de relações entre agricultores permite perceber indícios da presença por um lado do capital social das espectativas , obrigações e confiabilidade, sendo que os agricultores se mostraram empenhados no fortalecimento e constituição dos laços e conexões e, por outro lado o capital social voltado para dentro que tende a fomentar interesses materiais, sociais ou políticos de seus próprios membros. O capital social no agroecossistema de Guilaze não é sustentável porque embora haja a coesão e o trabalho mútuo entre agricultores, não há um despertar dos agricultores para outros factores sociais como a formalização ou organização destes em associações ou cooperativas, benefícios sociais, garantia da aposentadoria, garantia de cuidados de saúde, educação, inserção dos jovens na produção agricola, etc.