Educação Ambiental (Brasil)

Periódico de Acesso Aberto

QUALIS-CAPES

B3

2021-2024
quadriênio

Idioma

Educação Ambiental (Brasil)

e-ISSN: 2675-3782 | ISSN: 2675-3782


Resumo

A deterioração ecológica nos últimos anos se intensificou, devido ao uso indiscriminado de recursos naturais. Esse fato, aliado à falta de políticas públicas que visem o gerenciamento dos recursos naturais afeta o equilíbrio do ecossistema e a saúde humana. Esse artigo, tem o objetivo de promover uma discussão sobre a necessidade de se inculcar nas novas gerações noções de responsabilidade social e ética ambiental como forma de integração das pessoas no ambiente que considere práticas sustentáveis de vida. Para isso, destaca-se o papel da Educação Ambiental como ferramenta para se consolidar uma sociedade mais saudável e socialmente mais justa. A metodologia de pesquisa se consistiu em uma revisão bibliográfica sobre a temática realizada em bases de dados digitais. Com isso pretende-se dialogar sobre essas questões de forma que se supere praticas pedagógicas conservadoras e despolitizadas, e se alcance o ideal de Educação Ambiental crítica necessária para a vida coletiva.

Referências

  • Avzaradel, P. (2013). Ética e educação ambiental: um diálogo necessário. Disponível em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/rdc/article/view/9724. Acessado em: 08 de agosto de 2020.
  • Aydos, E. H., Yagci, E. (2015). Examination of the Teacher Candidates’ Environmental Attitudes via NEP Scale in terms of Different Variables. Journal of Education in Science, Environment and Health 1 (1), 20-27.
  • Barcelos, V. (2010). Educação Ambiental: Sobre princípios, metodologias e atitudes. Petrópolis, RJ: Vozes.
  • Barchi, R. (2016). Educação Ambiental e (eco) governamentalidade. Revista Ciência e Educação 22 (3), 635-650.
  • Battestin, C., Nogaro, A., Ceruti, E., (2015) Meio ambiente e sociedade: uma relação a ser pensada a partir da vida. Disponível em: https://periodicos.ufsm.br/reget/article/viewFile/19196/pdf. Acessado em: 11 de agosto de 2020,
  • Braga, A. L. F., Conceição, G. M. S., Pereira, L. A. A., Kishi, H. S., Pereira, J. C. R., Andrade, M. F., Gonçalves, F. L. T., Saldiva, P. H. N., Latorre, M. do R. D. de O., (1999). Air pollution and pediatric respiratory hospital admissions in São Paulo. Journal of Environmental Medicine, (1), 95-102.
  • Branchier, A. S., Tesolin, J. D. D. (2006). Direito e legislação aplicada. (3a ed.) Curitiba: Ibpex.
  • Brasil. (2013). Ministério da Educação. Manual escolas sustentáveis. Disponível em: <http://pdeinterativo.mec.gov.br/escolasustentavel/manuais/Manual_Escolas_Sustentaveis_v%2026.06.2013.pdf>. Acessado em: 29 de julho de 2020.
  • Brasil. (1997). Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Temas Transversais. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/livro081.pdf. Acessado em 13 julho. 2020.
  • Brasil. (2000). Ministério do Meio Ambiente. Agenda 21 Brasileira: bases para discussão. Disponível em: <https://www.mma.gov.br/endere%C3%A7os-importantes/item/579-agenda-21-brasileira-bases-para-discuss%C3%A3o.html>. Acessado em: 20 de julho de 2020.
  • Brasil. (1999). Ministério do Meio Ambiente. Lei nº 9.795/99 de 27 de abril de 1999. Institui a Política Nacional de Educação Ambiental. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9795.htm>. Acessado em: 21 de julho de 2020.
  • Bueno, R. de L., Arruda, R. A.de. (2013). Educação Ambiental. Revista eventos pedagógicos, 4 (2), 182-190.
  • Carson, R. (2013). Primavera Silenciosa. São Paulo: Gaia.
  • Carvalho, I. C. de M. (2017). Educação ambiental: a formação do sujeito ecológico. Cortez.
  • Cavalcanti, C. (2001). Condicionantes biofísicos da economia e suas implicações quanto à noção do desenvolvimento sustentável. In Romeiro, A. R. & Reydon, B. P. & Leornardi, M. L. A., Economia do Meio Ambiente. Campinas: Unicamp.
  • Dias, G. F. (2004). Educação Ambiental: Princípios e Praticas. (6a ed.) São Paulo: Gaia.
  • Franco, A. R., Morais, G. A. C. de, Neto, J. D., Lopes, J. C. C., Leucas, H. L. B. de, Guadalupe, D. C., Barros, M. D. M. de. (2012). Estudo de percepção ambiental com alunos de Escola Municipal localizada no entorno do Parque Estadual da Serra do Rola-Moça. Ambiente & Educação, 17 (1), 155- 175.
  • Guimarães, M. (2004). Educação ambiental crítica. In: BRASIL. Ministério do Meio Ambiente. Diretoria de Educação Ambiental. Identidades da educação ambiental brasileira. Brasília: MMA, p.25-34.
  • Godecke, M. V., Naime, R. H., Figueiredo, J. A. S. (2012). O consumismo e a geração de resíduos sólidos urbanos no Brasil. Revista Eletrônica em Gestão, Educação e Tecnologia Ambiental, 8 (8), 1700 -1712.
  • Grün, M. (2016). Ética e educação ambiental: a conexão necessária. (15a ed.). São Paulo. Papirus.
  • Jacobi, P. (1999). Poder local, políticas sociais e sustentabilidade. Saúde e sociedade, 8 (1), 31-48.
  • Jacobi, P. (2003). Educação Ambiental, Cidadania e Sustentabilidade. Cadernos de Pesquisa, 118, 189-205.
  • Medina, N. (1997). Breve histórico da educação ambiental. In: Pádua, S. M., Tabanez, M. F. (Org). Educação ambiental: caminhos trilhados no Brasil. Brasília: IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas.
  • Oliveira, A. B., Baldin, N. (2015). Estudo sobre o manuseio de embalagens contaminadas – tambores metálicos: uma prática de educação ambiental na indústria. Revista Brasileira de Ciências Ambientais, 38 (1), 123-136.
  • Santos, M. A., Schettino, S. C., Bastos, I. A. da H. (2013). Educação Ambiental em unidades de conservação: o caso da área de proteção do morro do Urubu. Revista Processos Identitários e Poder, 1 (1).
  • Tavares, A. O. do C., Filho, S. S. A. (2011). Aplicações da Pegada Ecológica no Brasil: um estudo comparativo. Revista Brasileira de Ciências Ambientais, 21, 54-64.